Itabira é um dos municípios participantes da Política de Regionalização do Turismo

Para aumentar o fluxo de turistas e o tempo de permanência deles nos locais visitados, a Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais desenvolve a Política de Regionalização do Turismo. Para isso, vem estruturando e desenvolvendo as regiões turísticas do Estado. Itabira está entre as cidades que participam da iniciativa.

Atualmente, Minas Gerais tem 471 municípios integrados à Política de Regionalização do Turismo. Esse modelo é uma diretriz federal para organizar a gestão turística nos estados, buscando descentralizar os investimentos e programas e criando um sistema mais articulado e que estimule a mobilização dos municípios.

Com esta política, é esperada maior integração entre as cidades, principalmente na realização de projetos e na troca de experiências. Além disso, busca articular toda a cadeia produtiva do turismo para que seja feito um planejamento que favoreça o desenvolvimento da atividade em cada região.

O modelo desenvolvido em Minas Gerais é estruturado a partir das Governanças Regionais, que são coordenadas pelos 45 Circuitos Turísticos e a capital Belo Horizonte. As cidades participantes da Política de Regionalização do Turismo foram divulgadas pela Secretaria de Estado de Turismo conforme exigência do artigo 21 da Resolução SETES número 45, de novembro de 2014.

Por integrar a Associação dos Municípios do Circuito do Ouro, Itabira está entre as cidades que participam dessa política pública. Essa mesma entidade reúne Barão de Cocais, Caeté, Catas Altas, Catas Altas da Noruega, Congonhas, Itabirito, Mariana, Nova Era, Nova Lima, Ouro Branco, Ouro Preto, Piranga, Raposos, Rio Acima, Sabará e Santa Bárbara.

Os demais circuitos turísticos e as cidades que os compõem podem ser conferidos aqui.

Diretrizes
Os objetivos da Política de Regionalização do Turismo são: criar novos destinos turísticos; descentralizar as políticas de desenvolvimento do setor; desenvolver o turismo regional de forma sustentável; aumentar o fluxo e a permanência de turistas; resgatar e valorizar o patrimônio histórico, cultural e natural; movimentar as economias municipais e do Estado; incorporar a sociedade em um planejamento integrado de turismo; e incentivar os segmentos envolvidos na cadeia produtiva do turismo.

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