Graco e Nina Campos, integrantes do BAYO, apresentam o autoral “Peixe”

Primeiro disco do projeto mistura samba-reggae com riffs de guitarra e timbres eletrônicos

Depois de anos colaborando em bandas como Inkoma, Scambo e Bailinho de Quinta, Graco, ao lado da baixista Nina Campos, estreia o BAYO e apresenta, em todas as plataformas digitais, “Peixe”, primeiro disco do projeto.

Composto por 7 canções autorais, trabalho – que tem a cara e o sotaque baiano – mistura samba-reggae com riffs de guitarra e timbres eletrônicos. “Depois de alguns anos de pesquisa, o computador foi a plataforma que sustentou a construção desse álbum. É nele que fiquei horas editando, gravando e experimentando. Para humanizar o resultado, convidei o Japa System, do Baiana System, para gravar as percussões acústicas”, explica o vocalista que, também, assina a produção musical.

Entre as principais inspirações, Olodum, Caymmi, Bjork, Ramiro Musotto e Timbalada. “Acho importante dizer que, nas harmonias e melodias, tentamos manter a simplicidade. O nosso som chega com esse olhar de alguém que sempre transitou no universo alternativo, mas não deixou de sofrer as influências da rádio, do carnaval e das festas de largo. Falamos de uma Salvador litorânea, urbana e caótica, da qual nos interessamos e fazemos parte”, completa Graco.

F02

Abrindo os caminhos, a faixa-título “Peixe” é uma parceria com Fábio Cascadura. Em seguida, “Foir” reflete sobre as diversas lutas do dia a dia e todas as forças que transformam a vida. Para falar sobre igualdade de gênero, “Oriente”.

Logo depois, a dançante “Tromba D’ Água” e a instrumental “RH1”. Encerrando, “Vem Mergulhar” e “Paraguaçu”. Essa última já integra a coletânea “Bahia Music Export” e a compilação inglesa “The Rough Guide to Psychedelic Samba”.

Moderno e potente, “Peixe” faz parte da chamada “nova música baiana”, trazendo uma sonoridade própria e instigante.

Escute na íntegra o álbum “Peixe”, do BAYO:

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