Estão abertas as inscrições para o Jovem Instrumentista BDMG

O aprendizado dentro de sala de aula é muito importante, mas aliar conhecimento à experiência de aprender com o artista que você admira pode proporcionar um importante crescimento e amadurecimento na trajetória de jovens estudantes de música. Desde 2002, o BDMG Cultural, por meio do Jovem Instrumentista BDMG, promove esse relacionamento diário.

Instrumentistas mineiros ou residentes no estado há mais de dois anos, com até 25 anos, podem se inscrever gratuitamente, até o dia 30 de junho de 2017, para concorrer a bolsas de estudo de 30 horas/aula. O regulamento e a ficha de inscrição estão disponíveis no site da instituição, www.bdmgcultural.mg.gov.br.

Cada candidato pode se inscrever com apenas um instrumento. Os músicos serão avaliados por uma comissão julgadora, em uma audição na qual apresentarão um programa de música popular brasileira com até 10 minutos. Serão selecionados 10 candidatos, que receberão bolsas de estudo, com professores indicados pelos próprios alunos, em comum acordo com o BDMG Cultural e com os instrumentos com os quais concorreram.

BDMG Cultural -  Retratos Jovem Instrumentista. 14/07/2016. © Copyright Élcio Paraíso/Bendita – Conteúdo & Imagem | Todos os direitos reservados | All rights reserved
Professores e alunos do edição passada do Jovem Instrumentista BDMG. Foto: Élcio Paraíso/Bendita

Ao final do período de aulas, alunos e professores participarão de um show, em dezembro. Esta é uma oportunidade de apresentar o resultado dos seis meses de aprendizado e de tocar ao lado de seus mestres e referências musicais.

Pelo programa, já passaram músicos que hoje são consagrados no cenário instrumental, como Thiago Delegado, Rodrigo Torino, Warley Henrique, Lucas Telles, Frederico Heliodoro, entre outros, além de nomes que começam a despontar no universo musical, como a jovem contrabaixista, Camila Rocha.

“Foi uma oportunidade muito boa participar do Jovem Instrumentista. Foi bem próximo do momento em que eu percebi que realmente queria ser instrumentista. Foi essencial focar e escolher meu professor. Os seis meses de estudo foi o período em que eu mais evolui”, conta Camila.

A instrumentista também destaca a convivência diária com Aloízio Horta, com quem fez aulas. “Comecei a acompanhar mais o trabalho do Aloízio. Fui às apresentações dele na A Casa, na DelegasCia, e muitas vezes ele me convidou para dar uma canja. Isso foi muito legal, porque você aprende na prática. Acabei trabalhando mais também, então levava minhas dúvidas para as aulas e ele sempre me ajudava”, revela.

*Com informações da Agência Minas.

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