Os paulistas da Dom Pescoço buscam a pluralidade musical em “Tropsicodelia”

Em 2017, Dom Pescoço foi contemplada pelo Edital PROAC 20/2017 da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, dentro de quase 300 projetos inscritos. Com os recursos que conquistaram, a banda paulista deu início à produção do seu primeiro full álbum.  No ano seguinte, chegava às ruas o disco intitulado “Tropsicodelia”, um nome que traduz um pouco a multiplicidade artística do grupo – e esse trabalho poderá ser acompanhado em Itabira, Minas Gerais, no domingo, 8 de julho, no Altamente Festival.

O álbum foi gravado no Estúdio Wasabi, em São José dos Campos, São Paulo, por Diego Xavier e Alexandre Campos. A mixagem ficou por conta de Victor Rice e a masterização com Arthur Joly. Já o projeto gráfico é assinado pelo Estúdio Miopia. Após a produção, “Tropsicodelia” saiu pelo selo Bigorna Discos.

Os ensaios pensados para formar a estrutura geral de “Tropsicodelia” começaram no primeiro semestre de 2017. No decorrer do ano, novas músicas foram sendo compostas, arranjos surgindo e sendo testados até que foram se encaixando. Após essa etapa, antecederam a gravação final duas pré-produções do disco, uma feita na zona rural de São José dos Campos e outra no próprio Estúdio Wasabi.

O conceito estético do disco é justamente o de seu manifesto: plural. Com dez composições, sete são inéditas e todas compostas pelos integrantes da banda. A temática varia entre críticas sociais, ludicidades, amor, espiritualidade, entre outros assuntos conexos. A forma como os arranjos musicais se juntam, se convergem e se misturam também é um aspecto marcante do trabalho.

O disco representa o fortalecimento da Dom Pescoço no cenário da música independente após quase cinco anos de trabalho ininterrupto.

Escute o álbum “Tropsicodelia”:

Conheça o trabalho da Dom Pescoço:

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