Os dez erros de português mais frequentes, por Sérgio Nogueira

Prezado leitor, por vezes nos deparamos com erros toscos de português, pelo simples fato de não prestarmos atenção ou escrevermos da forma como ouvimos ou falamos.

Na coluna dessa semana listamos dez erros mais cometidos e dez erros considerados imperdoáveis, na visão do professor Sérgio Nogueira. Vamos a eles?

As dez palavras escritas erradas com mais frequência são:

  1. asterístico – cuja forma certa é asterisco, pois significa “pequeno áster”, assim como o “chuvisco” é o diminutivo de chuva.
  2. beneficiente – a forma correta é “beneficente”, pois a palavra não deriva de “ciência”, e sim de “fazer o bem”.
  3. desinteria – o correto é “disenteria”. O prefixo “dis” significa “mau funcionamento”, e “entero” significa intestino.
  4. impecilho – o certo é “empecilho”. Não vem do verbo “impedir”, e sim do arcaico “empecer”, que é “criar obstáculo”.
  5. freiada – não se deve colocar o “i”, apesar da palavra pertencer à família da palavra “freio”.
  6. meretíssimo – vem de mérito, então o correto é “meritíssimo”.
  7. reinvindicação – o correto é “reivindicação”.
  8. paralização – deve-se usar S em vez de Z, assim como nas palavras “paralisar” e “analisar”.
  9. côco – não se deve acentuar essa palavra, e sim a oxítona “cocô”.
  10. rúbrica – a escrita correta é sem o acento, pois a sílaba tônica é “bri”.

Os erros que o professor considera imperdoáveis são:

  1. depedração – o correto é “depredação”.
  2. estrupo – a grafia correta é “estupro”.
  3. mortandela – não há N nessa palavra.
  4. mendingo – também não há N em “mendigo”.
  5. adevogado– não há E, muito menos I, alerta o professor.
  6. seje – o correto é “seja”.
  7. mixto – o X está errado. A forma correta é “misto”.
  8. simplismente – o professor culpa a pronúncia da palavra, pois apesar de ser escrita com E, ela é falada com I por muitas pessoas.
  9. previlégio – “as pessoas acham que estão falando bonito, quando é ‘privilégio’”, alerta o professor.
  10. derrepente – o correto é separar (“de repente”). Além disso, o professor vê o sentido ser trocado. Em vez de “repentinamente”, pessoas usam “de repente” como um sinônimo para “talvez”, como na construção “de repente ele é a favor”.

Fonte: Canal Sérgio Nogueira – YouTube.

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