GASTRONOMIA: Da Índia para o mundo

Oi pessoal, nosso encontro de hoje tem uma dica bem prática para quem não abre mão de qualidade e sabor no dia-a-dia.

Hoje vamos falar um pouco sobre o CHUTNEY, originário da Índia, onde é conhecido como “chatni”, tem a aparência e consistência de uma compota. Tem esse nome por causa do ruído que se faz com os lábios ao comer algo que está delicioso. Originalmente, era feito com frutas secas, pimentas verdes, ervas e especiarias, vinagre ou suco de tamarindo (o ácido era para ajudar na conservação) e açúcar, tudo socado em um pilão até virar uma pasta.

Depois de um tempo essa receita foi levada para a Inglaterra e passou a ser usada como uma forma de conservar o que era excedente da colheita. Assim frutas e verduras eram primeiro cozidos em açúcar e vinagre e depois condimentados e embalados.

Hoje o chutney ganhou o mundo e utilizam todos os tipos de frutas e verduras para a sua preparação. As combinações variam com a disponibilidade dos insumos e da criatividade de quem está na cozinha.

A receita de hoje é clássica! Chutney de manga fica deliciosa com torradas, frango, peixes e saladas.

Ingredientes

  • 1 kg de manga picada
  • 1 colher de chá de gengibre ralado
  • 2 dentes de alho picado
  • 1 pimentão vermelho picadinho
  • 2 pimentas dedo de moça picadas sem a semente
  • 2 cravos
  • 1 folha de louro
  • 1 colher de café de sal
  • 100 ml de vinagre de maçã
  • 300 g de açúcar

Modo de preparo

Colocar todos os ingredientes, exceto o vinagre, em uma frigideira e deixar cozinhar em fogo médio. Mexa de vez em quando para não grudar no fundo do recipiente e, antes do fim do cozimento, acrescente o vinagre. A consistência é de acordo com o gosto de cada um, mais ralo ou mais encorpado, parecido com uma compota.

Guarde em frascos limpos, de preferência esterilizados, e conserve na geladeira.

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Kamila Duarte de Jesus ou simplesmente Nêga, como é chamada pela família e pelos amigos, traz a paixão pelas panelas no DNA. Bisneta de Raimundo Cozinheiro - cozinheiro dos ingleses que vieram para Itabira junto com a Companhia Vale do Rio Doce -, aprendeu a cozinhar ainda criança quando usava um mini fogão a lenha para preparar guisados e batatas para suas bonecas. Formou-se em Publicidade e Propaganda pelo Centro Universitário Newton Paiva por ouvir de todos que era muito criativa. A paixão pela gastronomia passou de brincadeira de criança a assunto de adulto e já atuando profissionalmente na área se formou em Cozinha Profissional pelo Senac – MG em 2014. Acredita que um bom prato de sopa até cura, que doce é um carinho na alma e que cozinhar é uma maneira de demonstrar amor ao próximo.