COTIDANO: O misterioso caso das pessoas que se acomodam

Quantas pessoas você conhece por aí que só vivem reclamando de suas vidas? Pessoas que acham tudo ruim: a casa que moram é ruim, seus parceiros são os mais difíceis de conviver do mundo, o trabalho é insuficiente, não sobra grana no fim do mês, todo mundo tem algo contra eles, o resultado do serviço dos outros é sempre mais rápido, as outras pessoas sentem inveja deles e ciúmes e tenta atrapalhar suas vidas já miseráveis… UFA! Haja reclamação, né não?

Mas, vem cá, o que esses reclamões estão fazendo para mudar as próprias vidas ao invés de descontar sua frustração no mundo?

E por mais incrível que pareça, esses mesmos seres humanos de mal com a vida, são os que mais contam vantagens de seus parcos conhecimentos e vivências. Geralmente é gente que passou seus anos numa mesma cidade, com os mesmos amigos, familiares próximos, os mesmos tipos de empregos, frequentando sempre os mesmos lugares, vendo os mesmos rostos, mudando quase nada de suas rotinas… haja mesmice!

Esse pessoal se acomodou com a vidinha que leva. E apesar das reclamações, não fazem nada para mudar o que incomoda. Aliás, eu acho que a gente tem que se incomodar o tempo inteiro, para não se conformar com os derrotismos, os pessimismos, com o que não tem dado muito certo.

Se sua casa é ruim, faça uma reforma e dê sua cara pra ela.

Se a pessoa que está ao seu lado é difícil de conviver, converse com ela e mudem seus hábitos juntos. Ou termine e vá atrás de quem te faça mais feliz.

Se seu trabalho não te satisfaz, mude de emprego. Escolha novas opções!

Sua grana tá pouca, crie novas fontes de renda! Aprenda a economizar!

Sua cidade é pequena pra você, se mude!

Enfim, ache soluções para seus problemas ao invés de choramingar na cabeça das outras pessoas.

Você não está feliz? Faça você mesmo a sua felicidade acontecer sem depender de ninguém.

Tem uma música que diz: “Seja o que for; seja o que surge e some; seja o que consome mais; seja o que consome, mas faz!”.

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Tatiana Linhares. Muitas. Jornalista. Mineira. Tatuada. Outono e primavera. Pão de queijo. Livros. Música. Revistas. Cinema. Teatro. Futebol. Cruzeiro. Viagens de carro. Areia e mar. Esmalte colorido. Cerveja gelada. Família grande. Incontáveis amores. Paixonites agudas. Saudade. Simplicidade. Palavras