Exposição “Museu Nacional Vive – Arqueologia do Resgate” apresenta peças resgatadas inteiras ou danificadas no tragédia do Rio de Janeiro

Ao menos uma notícia boa depois da imensa tragédia do incêndio que destruiu o Museu Nacional. O CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil) vai receber a exposição “Museu Nacional Vive – Arqueologia do Resgate” para exibir peças que foram resgatadas da instituição em setembro de 2018.

A exposição vai ocupar duas salas do segundo andar e apresentará ao público entorno de 180 itens. Destes 103 foram salvos das cinzas inteiros ou danificados. Os outros, preservados, estavam fora da área atingida pelo incêndio.

Com entrada gratuito, a mostra irá apresentar todas as áreas de pesquisa do Museu Nacional: antropologia, botânica, entomologia, geologia, paleontologia, invertebrados e vertebrados. Além disso, o público poderá conhecer o Meteorito Santa Luzia, descoberto antes de 1920 em Goiás; animais taxidermizados; crânios de rinoceronte, boto e pacamara; peixes, tartarugas, sapos e insetos; corais e mais.

Os destaques da exposição são: o crânio de um jacaré-açu resgatado dos escombros; vasos, ânforas e lamparina romanos e etruscos; peças mochica e chimú das coleções de D. Pedro II e da Imperatriz Teresa Cristina. Entre os itens que não foram atingidos pelo incêndio estão a publicação “Météorito de Bendégo”, de 1888, e amostras de plantas prensadas das coleções de D. João VI, D. Pedro I, Dom Pedro II, da Imperatriz Teresa Cristina, da Princesa Isabel e de grandes expedições estrangeiras ao Brasil vindos do herbário do Museu Nacional, um dos cinco mais importantes do mundo.

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